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5.27.2011

1ª beijo gay da tv brasileira - SBT









Marina e Dra. Marcela protagonizam primeiro beijo gay da TV brasileira - 12/mai

No capítulo de quinta, 12 de maio, da novela Amor e Revolução, o SBT exibiu o primeiro beijo gay em uma telenovela brasileira.
Na cena, Dra. Marcela (Luciana Vendramini) revelou para Marina (Giselle Tigre) que está apaixonada pela amiga. Marina disse que a advogada é muito bonita e sensual, mas que a situação é muito inesperada, embora excitante."Assim você me provoca", retrucou Marcela, pouco antes da duas se beijarem.
Enquanto se beijavam, Marina pediu para a amiga parar, mas Marcela disse que não queria.A jornalista falou que não sabia se a amiga teria uma chance com ela e que não gostaria de criar mais ilusões. "Eu admiro muito essa sua coragem, mas eu não me imagino tendo uma relação assim. Talvez seja um pouco de medo, preconceito".


Para quem quiser ver na integra a cena acessem no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=mrlKmanYUKc

4.12.2011

horror na escola do rio - 2011



Infelizmente perdemos 12 anjos na cidade de Realengo nesta quinta-feira última dia 07/04, onde um rapaz que se diz ter sofrido de bulling, e aparentemente ter esquizofrenia Wellington Menezes de Oliveira de 23 anos, entrou atirando na escola da cidade sem motivos. Fiquei muito triste com o ocorrido, não tenho filho mas pretendo ter um dia, e fiquei horrorizada com o fato, chorei muito e quando passa na tv, radio procuro trocar de canal ou nem assistir pois fico imaginando a dor das famílias que perderam seus filho, irmãos, primos, etc...


"Os ventos que as vezes tiram algo que amamos, são os mesmos que trazem algo que aprendemos a amar.. Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim, aprender a amar o que nos foi dado. Pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre."

2.12.2011

Globo explica em carta por que não mostra beijos gays



Pela primeira vez, a direção artística da Globo explicou por que não exibe beijos homossexuais nas novelas, em carta enviada pelo diretor da emissora, Luis Erlanger ao presidente da ABLGT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), Toni Reis.

“A teledramaturgia, diferentemente das questões éticas e sociais, não é o ambiente adequado para levantar bandeiras de comportamento moral no campo da sexualidade, baseada na individualidade”, afirma Erlanger.

O diretor na carta, assinada no dia 3 de fevereiro, também cita a classificação indicativa determinada pelo Ministério da Justiça para conteúdos chamados de “sensíveis” pelo diretor.

“É algo, inclusive, que substitui o poder parental, uma vez que não há a possibilidade, como no cinema, por exemplo, de os pais autorizarem a entrada de seus filhos em sessões de filmes classificados para crianças ou adolescentes mais velhos.”

Para o diretor da ABLGT, a carta de Erlanger foi importante para começar a discussão sobre o afeto entre os homossexuais na sociedade.

“Achei a resposta de bom tom, é uma forma de podermos dialogar com a emissora”, afirmou em entrevista ao Terra.

Reis, no entanto, lembra que não há classificação indicativa que censure o beijo gay. “Um beijo é uma demonstração de afeto”, ele diz. “As novelas retratam a sociedade e as pessoas têm que se acostumar com esta questão da afetividade homossexual”, completa.

Em agosto do ano passado, o então secretário nacional de Justiça, Pedro Abramovay, afirmou que o Ministério da Justiça não tem nenhuma restrição a cenas com beijo gay em obras de dramaturgia na televisão, independente do horário de exibição.

Reis argumenta que antigamente as novelas também não mostravam negros, se não interpretassem empregadas domésticas ou motoristas. “Houve um avanço em relação a isso, agora tem até o Lázaro Ramos como galã na novela das oito. Também queremos ser representados sem estereótipos.”

Ele mesmo conta ser casado com um companheiro há 21 anos. “Beijo meu marido toda noite e não me vejo retratado em novela nenhuma, mas o Lázaro Ramos e a Deborah Secco que estão na novela Insensato Coração dão uns beijos bem gostosos”, diz.

Reis explica que o beijo ser mostrado na novela pode diminuir a violência contra homossexuais. “É fundamental que a sociedade entenda que o afeto é normal.”


Fonte: Terra

1.25.2011

FRANKIE X SHANE


Até bem pouco tempo, minha personagem favorita era a Shane (Katherine Moennig ) do nosso amado seriado "The L Word", mas esta semana descobri um novo seriado lésbico, "Lip Service", muito parecido com o TLW, onde a personagem Frankie ( Ruta Gedmintas ) também me chamou muito a atenção. E agora me vejo numa duvida cruel, dentre as duas qual seria a melhor, aquela que arranca mais supiros na telinha ????

E vocês queridas seguidoras deste blog, se tivessem que escolher entre as duas, qual delas seria a sua escolhida? Qual delas tem mais estilo? Se você visse as duas numa festa e tivesse que escolher uma delas para chavecar qual seria???? Comentem, Valeu!!!!!

O que é transexualismo?


Transexualismo é a condição em que uma pessoa se identifica como sendo do gênero oposto ao sexo refletido pelo corpo (sexo psicológico oposto ao sexo biológico). Um transexual female-to-male (FTM, homem transexual) é uma pessoa que sente que o seu gênero é masculino, embora tenha nascido com corpo feminino e um transexual male-to-female (MTF, mulher transexual) é uma pessoa que sente que o seu gênero é feminino, embora tenha nascido com corpo masculino.

Existe uma grande discussão com relação a considerar transexualismo como uma doença ou não. Mesmo assim, de acordo com a classificação internacional de doenças, o diagnóstico de transexualismo em um adulto requer que 3 critérios sejam satisfeitos:

  • Desejo de viver e ser aceito como membro do sexo oposto, normalmente acompanhado pelo desejo de fazer com que o corpo seja o mais congruente possível com o sexo preferido, através de cirurgia e tratamento hormonal.
  • Este desejo esteve presente persistentemente por pelo menos 2 anos.
  • O transtorno não é sintoma de nenhum transtorno mental ou abnormalidade cromossômica.
Embora as causas do transexualismo ainda não sejam totalmente entendidas, existem evidências de que transexualismo é uma condição neurológica (ou seja, não é um transtorno mental). Uma pessoa transexual não tem como deixar de ser transexual. Contudo, existem tratamentos hormonais e cirurgias que podem ajudar a fazer com que a pessoa se sinta melhor e possa viver melhor de acordo com o seu gênero.

Muitas vezes, os transexuais sabem que se sentem do gênero oposto ao sexo biológico desde que são crianças (mais ou menos aos 6 anos de idade). Normalmente eles expressam o desejo de pertencer ao sexo oposto, preferem brinquedos ou brincadeiras do sexo oposto, etc. Por exemplo, um menino transexual pode expressar o desejo de se vestir com roupas de menino, preferir carrinhos a bonecas, futebol a brincar de casinha. Contudo, embora transexuais muitas vezes apresentem estes desejos quando crianças, não necessariamente uma criança que expresse esses desejos seja transexual!! Existem crianças que podem expressar esses desejos e incerteza com relação ao gênero ao qual pertencem, mas que perdem o desejo de pertencer ao sexo oposto durante a adolescência.

Algumas pessoas definem transexual como uma pessoa que passou por cirurgia de redesignação sexual. Eu, particularmente, não gosto desta definição, já que não necessariamente uma pessoa cujo sexo psicológico é o oposto do sexo biológico irá passar por todas as cirurgias de redesignação sexual. Na realidade, muitas pessoas, por diversas razões, nem mesmo irão optar pelo tratamento hormonal. Então, esta definição é muito restrita.


Alguns termos que são confundidos com transexualismo


Transgênero é um termo que ainda não está totalmente estabelecido. Ele pode ser considerado um termo mais geral, que engloba não somente o transexualismo, quanto o travestismo e outros. Assim, trangênero pode ser transexual, pode ser uma pessoa que não se sente completamente nem do gênero feminino, nem do gênero masculino, pode ser uma pessoa que às vezes se sente do sexo feminino e às vezes do masculino, pode ser uma pessoa que gosta de se vestir com roupas do sexo oposto, mas está contente com o seu sexo biológico, pode ser um travesti, etc.

Travestismo é muitas vezes confundido com transexualismo. Contudo, travestismo e transexualismo são completamente diferentes. Travesti é uma pessoa que se veste com as roupas e assessórios do sexo oporto somente em parte do dia ou para apresentar shows, porque sentem prazer emocional ou sexual fazendo isto. Embora travestis gostem da fantasia de se comportar como o sexo oposto, eles não se consideram do gênero oposto. Por exemplo, um homem que se traveste não se considera do gênero feminino. Ele está contente sendo um homem e tendo corpo masculino.

Homossexualismo é relativo a orientação sexual da pessoa, ou seja, se a pessoa se atrai por pessoas do mesmo gênero ou do gênero oposto. Os homossexuais sentem atração por pessoas do mesmo gênero (mulheres que sentem atração por mulheres e homens que sentem atração por homens), mas estão felizes com o sexo refletido pelo seu corpo. O termo transexualismo não está relacionado à orientação sexual da pessoa. Assim, transexuais podem ser heterossexuais, homossexuais ou bissexuais.

Hermafroditismo é a condição em que uma pessoa nasce com órgaos sexuais de ambos os sexos.

1.24.2011

ARIADNA




Recentemente ao ligar a tv no horário do programa "big brother brasil 11" nos deparamos com um personagem do realit show pouco incomum, a cabelereira Ariadna, que passou por uma cirugia de troca de sexo, se tornando assim uma mulher por completo. Ariadna permaneceu apenas por uma semana na casa, mas para ela foi um grande passo, poder mostrar em tv aberta brasileira que um transexual pode ter uma vida normal como qualquer mulher, até sua saida da casa muitos ainda achavam que ela mulher, nem desconfiaram.

Ariadna deixou o programa com 49 % dos votos -percentual grande já que se tratava de um paredão triplo. Apesar disso, ela acredita não ter sido vítima de preconceito. “Acho que o povo brasileiro é evoluído, tem uma cabeça muito aberta”, justifica. Mas Ariadna se contradiz ao confessar que tem medo do que lhe espera fora da casa. “Vivi muito tempo no anonimato e tenho um pouco de medo do que está por vir. Mas eu sou guerreira, sempre fui forte”, explica.
Ela ainda revela: admite que sentiu tesão por alguns homens que estavam confinados com ela. Rodrigão e Cristiano eram os seus preferidos. “O Cristiano mexeu comigo”, disse ela em entrevista coletiva após sua eliminação. Mas do lado de fora do BBB, alguém além do ex-marido, Gabriel, também lhe interessava: Pedro Bial. “Pegaria o Bial. Ele é um tipão”, avalia. Paixões à parte, uma reconciliação com ex não está descartada. “A gente tem uma relação de vai e volta. Quem sabe agora a gente volta?”,

Casamento Gay



A constituição cidadã brasileira existe desde 1988, mas nenhuma lei foi aprovada, desde então, que proteja ou promova os direitos humanos da população de lésbicas, gays, travestis e transexuais. E no meio disso, nada que garanta a possibilidade de união civil entre pessoas do mesmo sexo.
Fora isso, um projeto importante, deste ano, tem por objetivo garantir a união estável de pessoas do mesmo sexo. Isso significa que, por contrato, é possível garantir alguns direitos. Mas o casamento, garantido aos casais heterossexuais, ainda é sonho dentro da comunidade GLBT.
“No Executivo, desde 2003 é garantido o direito de imigração ao Brasil quando um dos parceiros é estrangeiro. Desde 2005, o INSS também reconhece os direitos previdenciários de casais do mesmo sexo. Já no Judiciário, existem várias jurisprudências sobre a adoção conjunta por casais homoafetivos e também de reconhecimento de união estável”, conta o presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais - ABGLT, Toni Reis. Ele lembra ainda que, pela legislação atual, apenas casais de homem e mulher, ou pessoas solteiras podem adotar. “Contudo, existem vários casos de jurisprudências em que casais homoafetivos ganharam na justiça o direito de adotar em conjunto”.

Hoje, países como Holanda, Bélgica, Canadá, Espanha e África do Sul permitem o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Já França, Alemanha, Uruguai, República Tcheca, Reino Unido e Finlândia reconhecem, juridicamente, a união homoafetiva, sem equipará-la, contudo, ao casamento.
“Por outro lado, a violência contra homossexuais continua sendo um problema grave. Segundo dados do Grupo Gay da Bahia, em média uma pessoa LGBT é assassinada por ser LGBT a cada três dias no Brasil”.

10.31.2010

O amor está nascendo

Recentemente Angêlica "morango" e Renata Del Bianco "ex chiquitita" fizeram um ensaio sensual e em entrevista para ego, Renata declara que elas estão juntas há algums meses, confira:


A ex-BBB Angélica guardou durante meses a identidade da modelo que faria com ela um ensaio sensual - que agora já se

sabe que é a ex chiquitita Renata Del Bianco Mas, na verdade, o que ela escondia era o nome de sua nova namorada.

Renata disse que as duas estão "juntas há alguns meses" e "se conhecendo melhor".

"Não rotulo nada. Deixei a porta aberta e, os poucos, o amor está nascendo", disse a ex-Chiquititita, que afirma não ser homo nem heterossexual: "Amo o amor independentemente do sexo que tenha".


Em agosto, Angélica desmentiu que estivesse mantendo um romance com a colega de BBB Cacau e revelou que tinha namorada. Renata, no entanto, disse que não sabia se essa namorada era ela. "Ela nunca me chamou assim. Pergunta para ela! Mas me conta depois", brincou.

Ampliar Foto.Rep/Reprodução

Renata e Angélica

Procurada pelo EGO, Angélica não desmentiu nem confirmou a informação: "Falo sobre qualquer coisa menos sobre isso". A ex-BBB também voltou a dizer que tem uma namorada, mas não quis confirmar se a eleita é ou não Renata.

"Tenho uma namorada, que amo muito, mas não falo abertamente sobre ela. É um namoro sério, como tudo o que eu faço", afirmou a ex- BBB.

Morango contou ainda que as duas já conversaram sobre a possibilidade de oficializar a união, mas estão deixando as coisas acontecerem. "Sou 100% a favor da união civil entre pessoas do mesmo sexo. O Estado tem de reconhecer uma situação que já existe. Quando chegar a hora, vou brigar por isso", garantiu.


O começo

Renata e Angélica foram apresentadas por amigos em comuns. Angélica era fã de Renata, que fazia a meiga e doce Vivi na primeira versão da novelinha "Chiquititas". Durante o BBB, Renata acompanhou o reality e também virou fã de Morango. Quando Angélica saiu, elas se conheceram, ficaram amigas e se envolveram. "Temos muito carinho uma pela outra e rola muita cumplicidade", contou Renata.


A proposta do ensaio foi conversada entre as duas. "Nos sentimos confortáveis uma com a outra e isso passou naturalidade. Fizemos uma coisa sutil, nas entrelinhas", avaliou Angélica.


Assista ao vídeo do ensaio: YOUTUBE





10.14.2010

Rodrigo Santoro pode protagonizar série sobre ex-gay


A parceria de sucesso entre os autores Alexandre Machado e Fernanda Young, criadores de Os Normais e Separação, renderá uma nova produção na Globo. De acordo com a coluna Outro Canal, do jornal Folha de S.Paulo, eles estão produzindo uma nova série, que contará a história de um ex-gay, que estará em uma casa noturna e será atingido na cabeça pelo globo espelhado enquanto dança Macho Man. Ao acordar no hospital, o então gay assumido se descobrirá heterossexual e sua vida será repleta de confusões.

Segundo a publicação, a série já foi aprovada pela Globo e entrará na grade da programação em 2011. Provavelmente substituirá Separação, também de autoria da dupla, e pode ter como protagonista o ator Rodrigo Santoro.


8.26.2010

Acho que gosto de meninas


Muitas garotas ficam confusas com os seus sentimentos em relação a outras meninas, principalmente quando estão entrando na adolescência, onde os sentimento são meio confusos, aquele garoto que odiamos, na verdade amamos e não queremos sair de perto, como pode ocorrer de ficarmos atraída por uma garota, mas se eu ficar atraída por uma garota quer dizer que sou homossexual?. Nem sempre, nesta fase da adolescência querer ficar com uma garota não significa necessariamente ser gay, pode apenas ser uma curiosidade que temos em nossa transição que nos permite ter este sentimento. Perto dos 13 ate meados dos 18 anos estamos com um turbilhão de hormônio aumentando as forças de nossos desejoso que nos fazer querer fazer muitas coisas ao mesmo tempo, querer experimentar muitas coisas, experimentar tudo que está em a nossa frente. No meio de tanta confusão é comum muitas garotas se sentirem confusas quanta a estes sentimentos conforme nos mostra as porcentagem logo a baixo:

48% das meninas ja se sentiram atraídas por outras meninas;
1 em cada 4 ficou com uma garota (a maioria diz que fez isso por curiosidade)
13% beijaram uma garota e não curtiram
7 em cada 10 não contaram a ninguém o que rolou, nem para suas melhores amigas;
57% das meninas tem uma amiga lésbica
2 em cada 10 acharam que o maior desafio dessas amigas foi a autoaceitação;
32% contaram que amigas lésbicas sofreram na hora de se abrir para os pais;
4 em cada 10 dizem que o mais difícil para esses amiga foi encarar a reação dos outros.

Se você esta confusa na hora de assumir, saiba o momento certo e a melhor forma de se abrir.

Se não tem certeza espere, só divida a sua dúvida sobre gostar ou não de uma garota se tiver certeza de que isso fará bem a você;

Não se obrigue a contar, principalmente se seus pais forem muito conservadores. Nesse caso só se abra quando estiver mais madura para enfrentar a resistência deles e quando já não for mais tão dependente deles;

Escolha com quem se abrir, só fale sobre a sua sexualidade com pessoas que você tem muita confiança. Do contrário você ode acabar exposta e sem controle da situação;

Prepare-se para as reações das pessoas, não se engane ainda há muito preconceito por ai. Então se decidir mesmo se abrir esteja pronta para ouvir absurdos e palavras desencorajadoras. é comum os pais ficarem pelo menos surpresos quando uma garota assume ser gay, e quando fizer isso mostre a eles de que você esta feliz e segura dos seus sentimentos e que se assumir a deixa mais feliz.


Fonte: revista capricho, agosto de 2010- edição 1103

6.06.2010

CIÊNCIAS AFIRMA EXITE GAYDAR.


A pesquisadora Leiden, da Holanda desenvolveu uma pesquisa para descobrir se os homossexuais possuem ou não a famosa "gaydar". Através de uma pesquisa, foi analisados 42 pessoas voluntárias entre eles heteros e homossexuais de ambos os sexos, à realizarem uma tarefa muito simples. Analisar retatos de figuras geometricas, por exemplo: Cada figura era preenchida com outra figura (um quadrado preenchido pelos triângulo), assim informar qual era a figura, como o cerebro humano repara mais nos grandes detalhes, do que os pequenos, quando ele enxerga um grande quadrado preenchido por triângulo ele acaba achando que a figura interna é um quadrado.

Neste teste os vuluntários heteros responderam muito mais rápidos, porém com mais erros, enquanto os homossexuais demoraram um pouco mais, porém foram mais detalhistas, com tudo acertaram mais.

A cunclusão obtida, foi que uma pessoas homossexual é mais detalhista e consegue identificar outro gay (gaydar) a sua volta por ser deter a mais detalhes, já um hetero apenas analisa o basico sem se focar muito nos detalhes observado.

11.18.2009

Filhos com pais gays

Bruna (esq) e seu pãe o Xande


A revista Istoé desta semana, (18/11) conta uma reportagem, onde os filhos são surpreendidos com a afirmação de seus peis que são gays. Alguns dos filhos não aceitaram de imediato a orientação sexual de seus pais, outros aceitaram sem nehum problema.

Como o Gabriel que teve esta reveleção no seco pelo seu pai Oswaldo Braga, 51, ele havia convidado seu filho para comer uma pizza e no meio da conversa diz para seu filho, "filho eu sou gay". Gabriel conta que ficou confuso com a revelação de seu pai, e rompeu todos os laços afetivos com Oswaldo por mais de 10 anos. Hoje Gabriel com 24 anos, conta que depois daquele dia, pensaou muito sobre o assunto e voltou atras, voltando a falar com seu pai. Quando perguntado sobre os gay Gabriel diz "Se os gays são minorias, eu sou a minoria da minoria, pois tenho um pai gay."

A estudante Bruna Peixes, 18, ficou sabendo que sua mãe Alexandra, hoje com o nome alterado para Alexandre o Xande, é lésbica quando tinha 4 anos de idade, ela conta também que perdeu alguns amigos e namorados por saberem que tinha uma mãe gay, porém por outro lado, diz que tem muitos amigos e emigas que gostariam de ter um "pãe" (como ela chama sua mãe-pai) como o dela.





Reportagem: ISTOÉ

10.02.2009

meninas com meninas


A revista Isto é desta semana, mostra como é o mundo das lésbicas, nas baladas e nos eventos de mulheres homossexuais e constata que elas querem um espaço próprio, independente dos homens gays.
A matéria fala de noites para elas em São Paulo, como a Superdyke, festas homossexuais femininas. “Se em lugares públicos namoradas nem sequer podem dar a mão despreocupadamente, lá, casais dão beijos apaixonados. Na pista, garotas dançam bem perto, encaixando os corpos, numa liberdade difícil de imaginar numa festa heterossexual. As atrações da pista são o ponto alto da noite, com shows de gogo dancers e strippers - moças se aglomeram ao redor do palco e gritam, assoviam. No lounge, casais namoram, conversam e dão risada, como se estivessem em bancos de parque, mas sob a proteção das quatro paredes da casa. As lésbicas querem um espaço só delas”.
"Quando se fala em movimento gay, as pessoas nem pensam em mulheres. Então é um jeito de dizer que existimos"
“Em muitas coisas, as mulheres homossexuais querem ser iguais aos homens gays: nos direitos civis e na aceitação social conquistados, por exemplo. Em outras, querem que suas diferenças sejam respeitadas e valorizadas. O que se constata quando se mergulha no mundo das lésbicas é que elas não querem abrir mão de um espaço próprio. Ou seja, não querem ficar a reboque dos homossexuais masculinos. Para dar conta dessa necessidade, está surgindo um movimento silencioso, com eventos, produtos e serviços voltados para esse público. As baladas que se multiplicam são um exemplo. Mas o fermento dessa iniciativa é a internet. A escritora Karina Dias, 30 anos, começou com um blog e acaba de lançar o romance lésbico "Aquele Dia Junto ao Mar". "Quando se fala em movimento gay, as pessoas nem pensam em mulheres. Então é um jeito de dizer que existimos", afirma Karina, que recebe dezenas de emails por dia de garotas que não sabem como lidar com a descoberta da sexualidade. "Eles vêm carregados de dúvidas e medos. Isso é um grande impulso para continuar escrevendo."

Reportagem completa, acesse: ISTOÉ

Reality Show Lésbico mostrará a vida destas garotas


Desde o fim do seriado lésbico The L Word, a Showtime não sabe muito bem como atender a um público que conquistou com a exibição do programa. Mas parece que a coisa tende a mudar com uma proposta que pode dar resultados, a de um reality show.


A rede a cabo encomendou nove episódio de um programa estilo ‘realidade’ que atende pelo nome de The Real L Word: Los Angeles, que obviamente contará a vida de algumas mulheres lésbicas que vivem nesta determinada região. Serão seis mulheres, segundo a Variety, que trata o programa como uma versão homossexual de Real Housewives, que por sua vez também foi baseado em uma série (The OC).


“Chegamos à conclusão de que o sexto ano de The L Word na Showtime não concluiu o tema e as histórias possíveis deste ambiente,” disse a criadora da proposta, Ilene Chaiken. “A Showtime mais uma vez se mostrou interessada em continuar sua missão de entreter e trazer muito mais ‘L’ ao mundo.”


O seriado já esta na fase de escolha do casting e deverá estrear no ano que vem.

9.25.2009

Ser bissexual está na moda ou é tendência de comportamento ?


A cantora Fergie, do Black Eyed Peas, disse que já experimentou garotas. Outra cantora, a performática Lady Gaga, declarou ser bissexual. As atrizes Drew Barrymore e Ellen Page trocaram um selinho no ensaio para a revista Marie Claire, americana, de outubro, da qual são capa. No Brasil, Preta Gil já declarou ser ¿total flex¿ e a ex-BBB Fani Pacheco assumiu a versatilidade sexual no livro Diário Secreto de uma Ex-BBB e, hoje, detalhe, tem namorado. Sem contar a campanha sensual da marca de sapatos Arezzo para o verão 2010, em que as atrizes Juliana Paes e Cléo Pires posam juntas em cenas com atitude lesbian chic mesmo declarando serem hétero na vida real. Será que está na moda ser bi, é puro marketing ou tendência?


A bissexualidade: (não se fala bissexualismo, pois "ismo" remete à doença, e a homossexualidade e seus derivados não são consideradas doenças de acordo com a Organização Mundial de Saúde), é definida quando uma pessoa tem orientação sexual voltada para ambos os sexos. Os especialistas em comportamento garantem que não é moda ou marketing e, sim, tendência. "As pessoas estão mais abertas a experimentar o desconhecido", disse a psicóloga e sexóloga paulista Carla Cecarello. Isso se explica diante da indefinição amorosa pela qual muitos passam depois de numerosos relacionamentos sem sucesso. "É uma forma de encontrar." Para a psicanalista e sexóloga carioca Regina Navarro Lins, autora de A Cama na Varanda (Ed. Best Seller), vivemos uma profunda transformação das mentalidades desde que a mulher passou a escolher seu rumo sexual com o surgimento da pílula, na década de 1960. Ao lado disso, ela acrescenta que o amor romântico começa a sair de cena levando com ele uma série de ideais, como o direito de exclusividade, abrindo espaço para um novo tipo de amor surgir. Um deles é a bissexualidade. "Comecei a perceber que gostava de meninos e meninas aos 12 anos", disse a designer Tanya Duarte, 22 anos, de São Paulo. "Aos 17 já tinha certeza, não por experiência, mas por ficar atraída por ambos os sexos." Ela namorou com rapaz durante três anos e depois acabou conhecendo uma garota com quem se relacionou. Hoje é noiva de um homem, está de casamento marcado e tudo. "Pretendo passar minha vida com ele. Tive sorte de encontrar a pessoa da minha vida, que poderia ser também uma mulher." Tanya é uma pessoa que já vive as transformações que aproximam o masculino e feminino. "Vivemos no sistema patriarcal há 5 mil anos,que sempre dividiu a humanidade em duas partes, homem para um lado e mulher para outro", disse Regina. Nessa história, no entanto, muitos homens e mulheres se 'mutilam' para corresponder ao ideal, abrindo mão de aspectos importantes de personalidade. Não é caso de Tanya, que enfrentou o preconceito dos pais e até amigos. "Quando namorava uma menina, assumi e apresentei-a aos meus pais."


Mídia: Sem dúvida, mulher com mulher dá audiência. As moças são bonitas, vaidosas, ricas e famosas. E aparecem na mídia declarando (ou mostrando) que gostam tanto de meninos como meninas. Tudo começou com o beijo de Madonna deu em Britney Spears no Video Music Awards, em 2003. Não foi um selinho e, sim, um beijo cinematográfico. Entre as brasileiras, até a deusa do axé Daniela Mercury não resistiu e lascou um beijinho em Alline Rosa em uma gravação de DVD. No último Big Brother, o beijo de Priscila e Milena debaixo d'água 'bombou' na internet. Parece que a sociedade aceita mais duas mulheres se beijando, afinal é comum as meninas, desde crianças, viverem abraçadas, de mãos dadas, dormirem juntas. Já os homens são menos aceitos nesse esquema. "A homossexualidade masculina é vista como uma traição à cultura patriarcal. Por isso é mais fácil para a mulher assumir, aparecer em público e fazer propaganda", disse Regina Navarro.


Adolescência: Os mais tradicionais podem imaginar que tantas cenas e declarações de ídolos mexem com a cabeça das adolescentes. Para a sexóloga Carla Cecarello, as adolescentes de hoje estão num mundo cheio de informações, o que facilita o aprendizado e também o desejo de experimentar ¿ algo inerente à formação. Contraditoriamente, muitas até dão selinhos nas amigas para chamar a atenção dos meninos. Mas é bom que fique claro: a orientação sexual, segundo ela, é definida na infância, mas assumida na adolescência. "As experiências vão consolidar a orientação sexual já definida, e o adolescente vai tomar consciência disso." Portanto, ter uma experiência com pessoa do mesmo sexo na adolescência não significa ser bissexual. "Experiências esporádicas não definem uma pessoa como bissexual", afirmou Carla.
Fonte: TERRA

9.09.2009

Kristen Stewart vai viver lésbica em filme


Kristen Stewart vai surpreender os fãs com seu novo trabalho para os cinemas. Segundo o jornal “National Enquirer”, a atriz de "Crepúsculo" (Bella Swan) vai viver uma lésbica no filme “The Runaways”.

Na trama, Kristen vai interpretar a roqueira Joan Jett e passou por uma mudança radical no visual, adotando um corte de cabelo todo repicado. Ainda de acordo com o tabloide, a atriz vai protagonizar cenas de intimidade com as colegas de elenco Dakota Fanning, Alessandra Torresani e Stella Maeve. “Kristen e Dakota têm bastante afinidade, mas este é um território novo para elas”, disse uma fonte à publicação.

7.22.2009

PREVINA-SE




LÉSBICAS TAMBÉM TÊM DST. DRI EXPLICA E ENSINA A SE CUIDAR

Quando se fala em homossexuais, DSTs e Aids, novamente as lésbicas são "esquecidas": a grande maioria dos artigos, campanhas e estudos estão relacionados ao universo homossexual masculino, sendo raríssimo encontrar algo sobre este assunto relacionado às lésbicas. Talvez por isso, ainda são poucas as garotas que se preocupam com prevenção de DSTs quando se relacionam sexualmente com outras mulheres. Percebo que a maioria se cuida muito mais no sexo heterossexual, principalmente para evitar gravidez e não para evitar doenças. Assim, quando se encontram numa relação homossexual, surge a impressão de que não é preciso cuidado, o que é um mito. Existe sim o risco de contrair DSTs e outras doenças através do sexo lésbico. Felizmente, o governo e alguns grupos já realizam estudos, debates, oficinas e distribuem materiais sobre Saúde Lésbica. Estes materiais e serviços ainda são pouco conhecidos pela comunidade lésbica, tanto pela pouca divulgação como pelo desinteresse (ou vergonha, quem sabe) por parte das homossexuais em buscar informação sobre o assunto.
Há também um outro problema: como as práticas sexuais lésbicas não são muito conhecidas e existem pouquíssimos estudos sobre lésbicas e prevenção de DSTs, as sugestões de práticas preventivas são poucas - quando não inexistentes. A solução seria pressionar o poder público ou a iniciativa privada para que financiem mais estudos na área – o que só irá acontecer a longo prazo e exige mobilização por parte da comunidade homossexual feminina – ou seja, teremos que deixar de ser invisíveis.
Abaixo, vamos a falar das DSTs mais comuns e depois, de como se prevenir.

Candidíase

Provocada por um fungo, a candidíase é uma infecção bem chatinha, que promove ardor e coceira na região vaginal, secreção espessa de cor branca e às vezes dor e irritação ao urinar. É transmitida pelo contato sexual direto, pelo uso de acessórios e até mesmo pelo compartilhamento de toalhas e calcinhas. Muitas vezes, a candidíase só se manifesta quando estamos com o sistema imunológico enfraquecido, seja por stress, uso prolongado de antibióticos, depressão, etc, ou seja, muitas vezes temos o fungo no organismo e não sabemos. Apesar de incômoda, é facilmente tratável com pomadas e medicação oral, sendo que esta medicação também deve ser tomada pela parceira, para evitar ocorra novamente o contágio.Você adquiriu num sexo casual? O conselho: ligue para a garota e avise. É chato, mas como não dá pra saber na verdade quem passou pra quem, não adianta, tem que avisar pra evitar que ela passe para outras.

Tricomoníase

Com sintomas e formas de transmissão parecidos com a candidíase, provoca também muita dor durante a masturbação ou penetração. O parasita – trichomona vaginalis – pode ficar anos quietinho, sem se manifestar, e o tratamento também é a base de medicação oral e pomadas vaginais.

Vaginoses

Muito comum entre lésbicas – dados de um estudo da Universidade de Washington mostram que 25% das lésbicas pesquisadas apresentaram vaginose – ela é normalmente mal tratada, pois é confundida com candidíase pelas garotas, que se auto-medicam. Os sintomas são corrimento, coceira na área genital e odor desagradável (cheiro de peixe), principalmente após a relação sexual. As vaginoses são infecções na vagina, e na presença de qualquer um destes sintomas, vá ao ginecologista e nada de se auto-medicar – as vaginoses são facilmente tratáveis desde que usados os medicamentos corretos.

Infecções Uninárias

Normalmente ocorrem depois de uma longa noite de sexo. A principal causa do contágio são bactérias encontradas no ânus que contaminam o canal da uretra, o que provoca vontade de urinar constante, com dor e ardor. Ou seja: sexo anal feito sem o devido cuidado, tanto com acessórios quanto com os dedos. Existem outras formas de contrair a doença, mas esta é a principal. O tratamento é feito pela administração de antibióticos por via oral.

Hepatites B e C

Consideradas hoje um dos mais graves problemas de saúde pública do mundo, as hepatites são inflamações do fígado causadas por intoxicações ou por vírus. Dentre as mais comuns e perigosas, estão as hepatites virais B e C, que quando contraídas podem tomar dois caminhos: virar uma doença crônica ou levar à cirrose e ao câncer do fígado.
A hepatite B tem como principal forma de transmissão as relações sexuais, e a hepatite C se transmite principalmente pelo sangue, inclusive o menstrual. Os principais sintomas da hepatite B são perda de apetite, náusea, vômito, urina de cor marrom escuro, pele e olhos amarelados, dor logo abaixo das costelas do lado direito (principalmente quando pressionadas), fezes de cor pálida, intestino mais solto do que o normal, febre e mal-estar geral, podendo ocorrer também urticária e dores nas juntas. Já a hepatite C é muitas vezes assintomática ou apresenta sintomas muito inespecíficos, como letargia e dores no corpo, o que pode retardar o diagnóstico.
Existe vacina para a Hepatite B, que pode ser tomada em qualquer posto de saúde. Com somente 3 doses você fica tranqüila com relação a esta variedade de hepatite – mas não pode descuidar das outras...

Sífilis e Gonorréia

Sim, lésbicas também podem contrair estas doenças através das relações sexuais. São doenças bem sérias se não tratadas a tempo, podendo levar a outros problemas sérios de saúde.
A sífilis apresenta dois sintomas principais: o aparecimento de gânglios (ínguas), principalmente na virilha, e logo após, o surgimento de feridas arredondadas vermelhas que não ardem nem coçam – cancro duro – e que desaparecem do nada. Pode surgir também febre, corrimento amarelado, mal-estar e manchas vermelhas pelo corpo. Os sintomas da doença podem demorar meses para aparecer. O tratamento é feito com penicilina e os sintomas demoram aproximadamente 1 semana para desaparecer, mas as bactérias demoram uns 6 meses para serem eliminadas do organismo...
A gonorréia é uma doença complicada de ser percebida pela paciente, já que aproximadamente 50% das mulheres não apresentam os sintomas, que são corrimento vaginal, alterações intestinais e dor no canal vaginal. O tratamento é rápido e eficaz, com antibióticos.
A transmissão, tanto da sífilis como da gonorréia, ocorre via secreções e sangue, inclusive menstrual.

HPV ou Condiloma

Provocada pelo vírus Papiloma, o HPV está associado ao aparecimento de alguns tipos de colo de útero. Infelizmente, ainda não tem cura – o tratamento é sintomático, para eliminação das verrugas (cristas de galo) que aparecem na região do ânus e da vagina e que são características da doença – o que também evita a transmissão do vírus. A principal forma de transmissão é pela penetração, seja com os dedos ou com acessórios.

Herpes Genital

A herpes é provocada por um vírus e sua via de transmissão não é exclusivamente sexual. Porém, ela se manifesta principalmente nas regiões das mucosas da boca e das regiões genitais, pelo aparecimento de pequenas bolhas que se rompem e se transformam em feridinhas bem doloridas. É o líquido contido nas bolhas a principal via de transmissão do vírus, e, uma vez contaminada, a pessoa fica com o vírus no organismo para sempre, em estado de latência. A qualquer sinal de desequilíbrio físico ou mental, a herpes pode se manifestar novamente. O tratamento é somente para eliminar as bolhas, com o uso de pomadas, injeções e comprimidos.

E a AIDS?

Existe uma grande discussão sobre a transmissão do vírus HIV em relações homossexuais femininas.Existe sim a possibilidade de contágio, tanto através do sexo oral como do compartilhamento de acessórios. Mas existem no mundo poucos casos oficialmente comprovados de transmissão de HIV entre lésbicas. Estas transmissões ocorreram principalmente através da realização de sexo oral em parceira menstruada. Normalmente existe dificuldade no registro e comprovação dos casos, pois dependem das informações dadas pelas portadoras do vírus e muitas podem esconder sua homossexualidade e não explicitar as suas relações. Logo, proteção sempre!

Como se proteger
1 – Começando pelo óbvio: mãos, unhas e áreas genitais sempre limpas.

2 – Ao usar acessórios (dildos, vibradores, etc) use SEMPRE camisinha, e troque-a quando for utilizar o acessório na sua parceira.

3 – No sexo anal, se possível, use dedeiras (você as encontra em farmácias e em lojas de material médico). Nunca, nunca penetre a vagina de sua companheira com os dedos ou com os brinquedinhos sem lavá-los e trocar a camisinha. "Ah, mas o negócio está muito bom e não dá pra parar no meio pra fazer isso." Use sua criatividade, você tem 2 mãos.

4 – No sexo oral, a recomendação é: use filme plástico (aqueles de cozinha, que você usa pra cobrir a comida), colocando-o sobre a vagina e o clitóris da sua parceira, e então faça o sexo oral. Você também pode usar uma camisinha cortada e aberta. Sim, é engraçado, quase tragicômico, mas é a recomendação até descobrirem algo melhor.

5 – Triplique os cuidados ao transar menstruada.

6 – Evite usar toalhas e roupas íntimas de quem você não conhece direito. E caso você ou seu amor apresente algum problema de saúde, não usem nada uma da outra até o diagnóstico e a cura completa.

7 – Objetos como alicates de cutícula, aparelhos de barbear etc devem ser sempre esterilizados.
Lembre-se que qualquer problema DEVE ser tratado por um médico - que deve saber SIM de sua orientação sexual, pois isso fará toda diferença na hora do diagnóstico - e que a ida ao ginecologista e a realização do exame papanicolau 2 vezes por ano é obrigatória. Cuidar de você, assim como de sua parceira, é a melhor forma de garantir que o sexo seja sempre uma prática deliciosa e segura.